Marilyn Manson enfrenta um novo julgamento na Califórnia por alegações de agressão e abuso sexual. Os processos, que envolvem uma ex-assistente, foram reabertos graças a uma nova lei estadual, apesar de tentativas anteriores de encerramento.
As acusações contra Manson começaram em 2021, quando uma ex-assistente alegou ter sofrido agressões sexuais e abuso físico e psicológico durante os anos de dois mil e dez e dois mil onze. A ex-mulher do músico, Evan Rachel Wood, também o acusou de abuso.
Após as denúncias, Manson se afastou da gravadora Loma Vista Recordings, com a qual trabalhava desde 2015. O artista negou as acusações, afirmando que seus relacionamentos íntimos sempre ocorreram com consentimento mútuo.
O caso havia sido arquivado em 2025, quando o promotor do estado da Califórnia declarou que não havia provas suficientes de abuso sexual. Contudo, o juiz Steve Cochran reabriu o processo no início de agosto, agendando nova audiência para 15 de novembro de 2027.
A ex-assistente Waltersov alega que Manson a agredia com chicotes e jogava objetos contra paredes, tudo sob efeito de drogas. A nova lei estadual, AB 250, permite a reabertura de certos casos de crimes sexuais na Califórnia.


