Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Médico explica diferenças entre celulite e flacidez nos glúteos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cotidiano

Médico explica diferenças entre celulite e flacidez nos glúteos

Carla Fernandes
Última atualização: 30 de agosto de 2026 04:45
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A identificação correta da característica anatômica dos glúteos é o passo fundamental para a eficácia de tratamentos estéticos, segundo o cirurgião plástico Fernando Amato, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). O médico afirma que a confusão entre celulite e flacidez pode levar a procedimentos inadequados e à ausência de resultados.

A celulite se manifesta por retrações localizadas da pele ligadas a traves fibrosas. Para esses casos, Amato cita a subcisão em depressões mais aderidas, além do uso de preenchimentos e bioestimuladores. Já a flacidez envolve o excesso de pele, situação em que procedimentos não cirúrgicos podem ter eficácia limitada, tornando a ressecção cirúrgica a opção indicada para a retirada do tecido excedente.

Para o ganho de volume, a lipoenxertia glútea utiliza gordura da própria paciente. O médico explica que a aplicação deve ocorrer em planos acima do músculo, preferencialmente com auxílio de ultrassom, para evitar o risco de embolia gordurosa associado ao enxerto intramuscular. A técnica divide-se em macrofat, para maior volume; microfat, para suporte estrutural; e nanofat, focado na qualidade da pele.

Outras alternativas incluem o ácido hialurônico, a hidroxiapatita de cálcio, o ácido poli-L-láctico, o laser de CO₂ e a radiofrequência microagulhada. A escolha depende do grau de flacidez, da presença de gordura localizada e do formato corporal da paciente. Em casos de flacidez generalizada no tronco, a torsoplastia pode ser associada à abdominoplastia para tratar costas e flancos.

Sobre o uso de polimetilmetacrilato (PMMA), Amato declara que não recomenda a substância. Por ser um preenchedor definitivo e estranho ao corpo, o material pode causar inflamação local crônica, formação de biofilme e aumentar a possibilidade de infecções graves.

TAGGED:celulitecirurgia-plasticaestetica-corporallipoenxertiasaude-da-pele
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior TSE define regras para arrecadação e prestação de contas eleitorais
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?