A Meta iniciou, nesta quinta-feira (27), uma campanha de anúncios de página inteira nos principais jornais dos Estados Unidos para cobrar que TikTok e YouTube adotem medidas de proteção a adolescentes. A empresa defende que as restrições implementadas em suas próprias redes serão ineficazes se o restante do setor não aderir ao padrão.
A ofensiva publicitária ocorre dias depois de a Meta assinar um acordo de quase US$ 17 bilhões com Estados norte-americanos. A empresa argumenta que jovens migrarão a atenção para outras redes caso sejam restringidos no Instagram e no Facebook, o que anularia a eficácia das medidas isoladas.
“Queremos garantir que os adolescentes se beneficiem desse novo padrão da indústria, mas não podemos fazer isso sozinhos”, diz o texto do anúncio. A companhia afirma que as proteções só funcionarão se houver trabalho conjunto com os pares do mercado.
As peças foram publicadas em edições nacionais do The New York Times, Washington Post, Los Angeles Times, Wall Street Journal e New York Post. A estratégia de divulgação segue ativa neste sábado (29).
Segundo a apuração da imprensa internacional, a campanha está programada para durar todo o fim de semana.


