Migrantes marroquinos evitam a fronteira de Ceuta, na Espanha, em agosto, em meio a uma crise migratória registrada há pouco mais de duas semanas. Milhares de pessoas fogem do interior quente do país em direção às praias do norte.
Apesar das altas temperaturas, que chegam a 50 graus no interior marroquino, os banhistas no norte, como em Castillejos, evitam a área próxima à cidade autónoma espanhola. A região é frequentada por pessoas da classe média emergida nas grandes cidades.
A passagem por El Tarajal, um espigão alambrado, está vedada. Barreiras, concertinas e canhões de água policial estão instalados a dois quilômetros ao sul do ponto de travessia. Esse bloqueio segue após a entrada de cerca de 80.000 migrantes irregulares em julho.
Essas pessoas entraram pela fronteira externa da União Europeia entre os dias 30 e 31 de julho, momento em que houve aparente inibição das forças de segurança na área.


