Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, terminaram a sessão de 12 de agosto em queda de 0,83%, atingindo 170.430 pontos. O Ibovespa também recuou 0,23%, em sétima queda seguida, refletindo a cautela interna.
A persistência da cautela doméstica decorre do rebaixamento do Brasil pelo JPMorgan e da expectativa de maior volatilidade eleitoral. Além disso, a alta nos juros futuros e os sinais de desaceleração da atividade econômica influenciam o cenário. A Vale avançou 0,79% e ajudou a limitar as perdas do índice, enquanto Petrobras e grandes bancos pressionaram o mercado.
Para os traders, a Pesquisa Mensal do Comércio desta quinta-feira será o indicador doméstico principal. A análise técnica aponta que, em gráficos de 15 e 60 minutos, o mini-índice se mantém abaixo das médias móveis. A pressão vendedora exige atenção aos suportes em 170.225/169.920 pontos.
Em um movimento contrário, a recuperação do contrato dependeria de força compradora para superar resistências. Em uma extensão da baixa, os alvos técnicos apontam para regiões como 168.260/167.720 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) de 14 períodos está em 31,99 pontos, próximo da zona de sobrevenda.


