Os contratos de mini-índice (WINV26) encerraram a última sessão estáveis, com variação de zero por cento, atingindo 169.975 pontos. O Ibovespa, por sua vez, recuou 0,09%, chegando a 166.783,57 pontos, após dez dias seguidos de queda.
A queda do índice brasileiro é pressionada pela saída de 15,6 bilhões de reais de capital estrangeiro da Bolsa durante o mês de agosto. No cenário internacional, o aumento das tensões no Oriente Médio elevou o preço do petróleo em mais de 2% e afetou Wall Street.
No Brasil, o IBC-Br reforçou os sinais de desaceleração econômica. Os grandes bancos pesaram sobre o índice, apesar dos avanços registrados por Vale e Petrobras. Para os traders, o fluxo estrangeiro e a atuação dos bancos definem as referências, sem indicadores relevantes na agenda desta terça-feira.
Análises gráficas indicam cenários distintos. No gráfico de quinze minutos, o mini-índice permanece acima das médias móveis de nove e vinte e um períodos, o que permite uma recuperação. Contudo, a continuidade da baixa exige o rompimento do suporte em 169.525/168.865 pontos.
Em uma visão diária, o contrato se mantém abaixo das médias móveis de nove e vinte e um períodos, exigindo cautela. Para uma alta, o ativo precisa superar resistências como 171.240 pontos. Já a baixa dependerá do rompimento do suporte em 167.975/165.250 pontos, com alvos de queda em 158.715/154.000 pontos caso a faixa seja perdida.


