Os contratos de mini-índice (WINQ26) encerraram a última sessão com baixa de 1,87%, atingindo 177.400 pontos. O movimento foi influenciado pelo aumento das tensões no Oriente Médio e pela queda em bolsas internacionais, impulsionada pela alta do petróleo.
No cenário externo, a intensificação de confrontos entre Estados Unidos e Irã pressionou os mercados. A disparada do petróleo elevou a aversão ao risco, fazendo com que as bolsas de Nova York fechassem em queda, refletindo a preocupação dos investidores com inflação e juros. No Brasil, o Ibovespa seguiu o movimento negativo, sendo pressionado por perdas da Vale e bancos, embora a alta da Petrobras limitasse parte das perdas.
A análise técnica aponta que, no gráfico de 15 minutos, o mini-índice retomou o fluxo vendedor. Para que a pressão de baixa se intensifique, será necessário o rompimento da faixa de 176.990/176.515 pontos, com potencial de aceleração das vendas em direção a 175.900/175.490 pontos. Por outro lado, uma retomada do movimento comprador depende da superação da resistência em 177.590/177.900 pontos.
No gráfico diário, a queda ganhou relevância após o teste da média móvel de 200 períodos. Para confirmar um novo movimento de alta, é fundamental o rompimento da média de 200 períodos e da resistência em 180.560/183.925 pontos. Caso o índice perca a faixa de 176.990/174.450 pontos, a tendência de baixa pode se reforçar, projetando o índice para 172.000/170.210 pontos.

