Os contratos de minidólar (WDOU26) fecharam a última sessão em alta de 0,45%, atingindo 5.133 pontos. O movimento foi impulsionado pela alta dos rendimentos dos Treasuries e pela valorização do petróleo, em meio a tensões geopolíticas. O mercado aguarda a divulgação do IPCA de julho e da ata do Copom, que podem influenciar as expectativas de corte da Selic.
No mercado internacional, a cautela dos investidores se manteve antes da divulgação dos dados de inflação ao consumidor e ao produtor dos Estados Unidos. Internamente, a atenção dos traders se volta para a ata do Copom e o IPCA de julho, eventos que podem recalibrar as projeções para uma possível redução da taxa Selic em setembro.
Em análise técnica, o contrato de minidólar demonstrou retomada de fluxo positivo, mas encerrou o pregão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando necessidade de confirmação para consistência no curto prazo. Para a continuidade da alta, analistas apontam a superação da resistência em 5.136/5.145 pontos.
Em contrapartida, a pressão vendedora dependerá da perda do suporte em 5.132/5.122 pontos. Em um cenário de baixa mais acentuada, o contrato poderia atingir 5.108,5/5.102,5 pontos. Em um gráfico diário, o rompimento de resistências como 5.140 e 5.255 pontos abriria espaço para alta em direção à faixa de 5.303,5/5.377,5 pontos.

