Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão em queda de 0,19%, atingindo 5.204 pontos. O movimento reflete a redução de posições de investidores estrangeiros no Brasil, intensificada por rebaixamento do país e preocupações fiscais.
A tendência de queda no mercado brasileiro manteve a Bolsa e outros ativos domésticos sob cautela. Para os operadores, o foco permanece no fluxo estrangeiro e na percepção de riscos fiscal e eleitoral. No exterior, o comportamento do dólar, Treasuries e petróleo acompanha a inflação ao produtor dos EUA, que diminui as expectativas de alta de juros pelo Fed.
Análises técnicas indicam que, no gráfico de 15 minutos, o minidólar interrompeu três altas consecutivas, terminando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. A manutenção da baixa depende de volume vendedor que rompa o suporte em 5.196/5.180,5 pontos.
Em um cenário de alta, o contrato precisa romper resistências importantes, como a região de 5.255/5.303,5 pontos, para buscar alvos mais longos. Por outro lado, a continuidade da baixa pode levar o ativo à faixa de 4.946/4.910,5 pontos, caso os suportes sejam perdidos.

