Os contratos de minidólar (WDOU26) encerraram a sessão de 17 de agosto em queda de 0,23%, atingindo 5.222 pontos. O dólar à vista registrou recuo de 0,41%, a R$ 5,1998, interrompendo cinco dias seguidos de alta e seguindo o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior.
O mercado brasileiro avaliou o IBC-Br, que caiu 0,6% em junho, mas apresentou avanço de 0,2% no segundo trimestre. O indicador influenciou a leitura dos ativos domésticos, incluindo a Bolsa. Paralelamente, o Banco Central realizou dois leilões de dólares, com compromisso de recompra de até US$ 1 bilhão.
Para os operadores de minidólar, a terça-feira exige atenção à movimentação do dólar internacional e à reação do mercado aos dados de atividade. Em análise gráfica de 15 minutos, o contrato retomou o fluxo negativo, mas fechou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que diminui a pressão vendedora no curto prazo.
Os níveis técnicos indicam cenários distintos. Para a baixa, um volume vendedor deve romper o suporte em 5.213,5/5.198,5 pontos, podendo levar o contrato a 5.192/5.180,5 pontos. Em contrapartida, uma alta depende do rompimento da resistência em 5.224/5.243 pontos, com alvo potencial em 5.303,5/5.325,5 pontos.
No gráfico diário, a manutenção acima dos suportes em 5.189/5.152 pontos é crucial. A perda dessa região pode intensificar a pressão vendedora, conduzindo o contrato à faixa de 5.087/5.016 pontos, segundo o analista Rodrigo Paz.

