O ministério considerou a médica por desviar do papel imparcial de parecerista técnico. A autoridade afirmou que a profissional demonizou vacinas e usou sua função para promover causas que ela considerava socialmente desejáveis.
O órgão apontou que a médica, que possuía habilitação em genética desde dezembro de dois mil dezessete, desrespeitou os requisitos legais e o compromisso assumido. Segundo o ministério, a profissional interpretou o trabalho técnico como meio para defender objetivos pessoais, ou como forma de exercício de liberdade de expressão.
A autoridade informou que a manutenção da médica como parecerista levantaria dúvidas sobre a imparcialidade dos laudos e enfraqueceria a confiança pública no parecer como prova independente. A médica comunicou nas redes sociais que não recorreria da decisão administrativa.
O parecer técnico foi elaborado em dois mil vinte e dois, após o início da evidência eletrônica, e foi feito para um deputado. O parecer tratou das vacinas Pfizer e Moderna, e o político alegava que vacinas de RNA mensageiro poderiam causar câncer e alterar o DNA humano.


