O Ministério Público solicitou uma pena de 30 anos de prisão para cinco antigos chefes da ETA. A acusação refere-se ao atentado contra um vereador de San Sebastián, que foi morto em 23 de janeiro de 1995.
A promotoria destacou que o edil popular foi a primeira vítima de relevância política selecionada pela cúpula da banda terrorista. Os indivíduos processados incluem José Javier Arizcuren, Ignacio Gracia Arregui, Miguel Albisu, Mikel Antza, Julián Achurra e Juan Luis Aguirre. O juiz Francisco de Jorge, da Audiencia Nacional, já havia processado todos eles em 2025 pelo crime.
Outras causas contra antigos líderes da ETA permanecem ativas na Audiencia Nacional. Associações de vítimas, como Dignidad y Justicia (DyJ), promovem a via para condenar os ex-dirigentes como ‘autores mediatos por domínio’, devido ao controle absoluto da organização.
Entre os casos reativados estão o atentado ocorrido em dezembro de 2006 contra a Terminal 4 do aeroporto de Madrid-Barajas e o assassinato de Miguel Ángel Blanco.

