O ministro da Fazenda afirmou que as administrações regionais possuem recursos financeiros, cerca de 150 bilhões de coroas, e pediu que os reparos em estradas sejam feitos sem desculpas. Ele também mencionou que o Estado possui um déficit e uma lacuna de 37 bilhões de coroas destinada a rodovias.
O ministro fez referência a dados de gestão dos entes autônomos divulgados pelo Ministério da Fazenda na quinta-feira. Segundo o órgão, regiões, municípios e associações de municípios registraram superávit de 60,5 bilhões de coroas no primeiro semestre deste ano, embora este número represente uma queda de 6,3% em comparação com o período anterior.
As regiões registraram um superávit de 32,1 bilhões de coroas no primeiro semestre de 2026, o que marca uma redução de 8,2% em relação ao ano anterior. Este montante foi o terceiro maior superávit histórico. No entanto, ao excluir gastos diretos com educação e subsídios a escolas privadas, o resultado fiscal foi de 2,4 bilhões de coroas, com queda de 42,5% no período.
A Associação de Regiões da República Tcheca discutirá o financiamento de estradas de segunda e terceira classe em reunião prevista para meados de setembro. As regiões solicitaram no ano corrente no mínimo dois bilhões de coroas para manutenção viária, sendo quatro bilhões o valor ideal, segundo a associação.
O Ministério dos Transportes disse que não deixa de apoiar a infraestrutura regional. Desde 2015, o fundo estatal de infraestrutura rodoviária destinou mais de 40 bilhões de coroas a estradas de segunda e terceira classes. Contudo, a pasta afirmou que a manutenção de vias de menor porte é, primariamente, responsabilidade dos próprios entes regionais.


