O ministro declarou que houve uma redução na construção de parques eólicos, limitando o escopo em onze por cento das zonas de aceleração. A medida, segundo ele, reflete um plano estabelecido por governo anterior e visa atender a exigências da União Europeia.
O ministro explicou que a designação de uma zona não garante a construção automática, mas assegura um processo de licenciamento mais rápido. Ele afirmou que a falta de área suficiente para fontes renováveis na República Tcheca ameaçaria o fluxo de fundos da União Europeia.
Segundo o ministro, o governo anterior havia se comprometido a designar 2.685 quilômetros quadrados, valor que o gabinete atual diminuiu para 297 quilômetros quadrados. Além disso, o número de locais aprovados foi reduzido de 110 para 61.
Desses 61 locais, 49 foram destinados à energia eólica, enquanto o restante é para fotovoltaica. O ministro detalhou que, dos 49 locais eólicos, mais 15 foram reduzidos, conforme ele comunicou.


