O movimento conhecido como “moneymaxxing” propõe transformar o consumo ao otimizar os recursos já disponíveis, em vez de aumentar os gastos. A prática envolve reduzir despesas recorrentes e direcionar valores extras para investimentos, como apontou a imprensa.
Especialistas em finanças veem o movimento como uma nova abordagem da frugalidade. A psicóloga e planejadora financeira Brad Klontz define a prática como um meio de tornar o consumo consciente mais atraente. A tendência surge em um contexto de crescente endividamento nos Estados Unidos, onde o saldo de dívidas no cartão de crédito atingiu US$ 1,14 trilhão, um aumento de 4,4% em relação ao ano anterior, segundo a CNBC.
Jovens também enfrentam desafios para alcançar a estabilidade financeira. Um estudo da Northwestern Mutual indicou que mais da metade dos millennials e setenta e dois por cento da geração Z ainda dependem de apoio financeiro dos pais. Em média, esses jovens esperam conquistar a independência financeira aos 37 anos.
Para aplicar a estratégia, recomenda-se começar pelo diagnóstico financeiro, analisando a renda e os gastos para identificar despesas desnecessárias. Estabelecer metas claras, como formar uma reserva ou quitar dívidas, é o primeiro passo. A automação de transferências também ajuda a manter a rotina.

