O senador Sergio Moro, da União, enfrenta um cenário difícil no Paraná, estando isolado em alianças partidárias e liderando pesquisas de intenção de votos. Em outras frentes, a Polícia Civil e Militar de São Paulo recuperou novecentos e oitenta e cinco celulares em agosto, e um rombo de R$ 250 milhões em Minas Gerais exige explicações.
No Paraná, Moro aposta em sua atuação na Operação Lava Jato, apresentando-se como candidato contra o sistema. Contudo, ele não conseguiu acordo com o Progressistas, parte de sua federação, que se alinhou ao adversário Sandro Alex, apoiado pelo governador Ratinho Junior. A liderança de Moro no levantamento de intenções de votos é gradual, com Sandro Alex ganhando apoio de prefeitos do interior.
A situação de Fábio Luís, ligado ao presidente Lula, piora com indícios de tráfico de influência no Governo, junto ao Careca do INSS. A Procuradoria-Geral da República solicitou que o inquérito saia do Supremo Tribunal Federal para a primeira instância. O ministro André Mendonça criticou a Polícia Federal por reter informações sobre a investigação.
Em outro ponto, a mudança de lado de deputados federais do PP, Luizinho e Rogério Lisboa, para apoiar Eduardo Paes, gera desapontamento em aliados de Douglas Ruas, candidato de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro. Os contratos de ônibus em Minas Gerais mostram um rombo de R$ 250 milhões, pois apenas R$ 69,2 milhões foram arrecadados entre dois mil nove e dois mil vinte e cinco.


