Uma mulher de 33 anos, residente em Watford, na Inglaterra, foi diagnosticada com câncer de pulmão em estágio quatro. Os sintomas, que incluíram tosse recorrente e rouquidão, persistiram por anos antes do diagnóstico em abril de dois mil e vinte e dois.
A paciente, que não fuma e mantinha rotina saudável, buscou atendimento médico várias vezes. Inicialmente, os sintomas foram atribuídos à Covid. Posteriormente, o surgimento de náuseas, suores noturnos e gânglios inchados levou a um exame de imagem no Hospital Geral de Watford. Este procedimento revelou tumores nos dois pulmões, um deles medindo seis centímetros.
O diagnóstico foi de câncer de pulmão de não pequenas células ALK-positivo, uma alteração genética que ocorre em cerca de dois por cento dos casos. O tratamento inicial envolveu um medicamento oral direcionado à alteração. Em dezembro de dois mil e vinte e três, contudo, exames apontaram dezessete lesões no cérebro, exigindo radioterapia com Gamma Knife e uma cirurgia subsequente.
Em dois mil e vinte e cinco, nova progressão da doença foi detectada após dores de cabeça e convulsão. A paciente trocou a medicação e recebeu novo tratamento com Gamma Knife. Atualmente, ela realiza exames de acompanhamento a cada quatro meses e trabalha quatro dias por semana.
O Serviço Nacional de Saúde (NHS) alerta que o câncer de pulmão raramente apresenta sinais no início. Sinais comuns incluem tosse persistente por mais de três semanas, falta de ar e rouquidão, recomendando procurar atendimento médico diante de sintomas contínuos.

