Cristina Narbona negou ter conhecimento de uma suposta trama orquestrada por uma exmilitante socialista com Santos Cerdán. A dirigente do PSOE afirmou que não promoveu Leire Díez nem intermediou sua contratação em empresas públicas, como Enusa e Correos.
A declaração ocorreu em meio a investigações que afetam o PSOE, o governo e o círculo familiar de Pedro Sánchez, no âmbito da comissão de investigação do caso Koldo. A oposição utilizou o caso para atacar José Luis Rodríguez Zapatero e questionar a legalidade do financiamento do partido.
Narbona rejeitou veementemente as acusações de favorecimento. “Yo no he sido su madrina para nada. Si ha usado mi nombre… Eso pasa, que haya gente que utilice tu nombre para hacerse valer”, declarou a socialista.


