A NFL defende que os dados públicos de lesões em grama natural e sintética não mostram disparidade nos últimos três anos, segundo um executivo da liga. A organização mantém a posição oficial sobre os dois tipos de superfície de jogo.
Durante uma conferência telefônica com repórteres, o vice-presidente Jeff Miller afirmou que a liga divulga dados de lesões em grama e sintético há anos. Ele declarou que, nos últimos três anos, não houve diferença entre as duas superfícies em nenhuma categoria de lesão ou no total.
Apesar dos dados estatísticos, os atletas manifestam preferência pela grama. Segundo eles, a recuperação é melhor no dia seguinte quando o impacto é absorvido pelo solo natural, enquanto no gramado sintético as forças retornam ao corpo do jogador.
Miller também comentou que os campos de grama usados na Copa do Mundo não suportariam a intensidade dos jogos profissionais de futebol americano. Ele esclareceu que a NFL utilizaria campos com qualidade própria da liga, e não necessariamente padrões da FIFA.
A questão da conversão de gramados sintéticos para grama se torna um ponto de negociação coletiva. Miller mencionou que a liga buscaria compartilhar custos de conversão, incluindo possíveis perdas de receita, caso o único caminho fosse manter apenas jogos de futebol americano no local.


