O Nubank encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de US$ 1,061 bilhão. O valor representa uma alta de 17% no trimestre e 49% na comparação anual. A empresa também atingiu 138,9 milhões de clientes.
As receitas totais da companhia somaram US$ 5,876 bilhões, um crescimento de 39% em um ano, segundo dados divulgados pela instituição. David Vélez, fundador e CEO global do Nubank, afirmou em nota que a empresa está evoluindo sua estrutura no Brasil e adicionando uma licença bancária completa às suas operações.
A carteira de crédito alcançou US$ 39,4 bilhões, com aumento de 37% no mesmo período do ano anterior. A inadimplência subiu para 6,9%, comparado a 6,5% nos períodos analisados. Rob Livingston, vice-presidente financeiro, explicou que o aumento foi influenciado pela migração sazonal de atrasos curtos, mas garantiu que o banco mantém uma postura conservadora na subscrição.
O índice de eficiência piorou para 19,5% no trimestre, frente a 17,6% no primeiro trimestre. A deterioração ocorreu devido a despesas com marketing e imóveis, somadas ao investimento na expansão internacional. Livingston mencionou que o programa Desenrola reduziu a inadimplência em 5% para a companhia.


