Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Nuvem de gás mata 1,7 mil pessoas em lago de Camarões
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Mundo

Nuvem de gás mata 1,7 mil pessoas em lago de Camarões

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de agosto de 2026 22:06
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O lago Nyos, no noroeste de Camarões, liberou uma nuvem de dióxido de carbono na noite de 21 de agosto de 1986, matando cerca de 1.700 pessoas e 3.500 cabeças de gado. O gás, mais pesado que o ar, asfixiou moradores próximos aos povoados.

Quarenta anos após o evento, sobreviventes ainda manifestam receio de retornar à região. Segundo o geólogo Isaac Konfor Njilah, chefe de laboratório do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Yaoundé, o desastre pegou a população de surpresa, sem sinais de alerta prévio.

As investigações científicas determinaram que o dióxido de carbono vinha se acumulando no fundo do lago, preso sob mais de 200 metros de água. O gás, inofensivo em concentrações normais, deslocou o oxigênio em níveis elevados, causando a asfixia nas comunidades vizinhas.

Um incidente similar ocorreu dois anos antes, em 15 de agosto de 1984, no lago Monoun, onde 37 pessoas morreram. Os pesquisadores concluíram que o fenômeno foi uma erupção límnica. Engenheiros instalaram tubos de desgaseificação no lago Nyos, e Njilah afirma que hoje a água não possui dióxido de carbono suficiente para um novo desastre.

Contudo, o retorno das comunidades é dificultado por um conflito separatista que eclodiu em 2016 nas regiões Noroeste e Sudoeste do país. A insegurança impede o acesso e o trabalho científico, apesar do desejo dos sobreviventes de voltar às terras ancestrais.

TAGGED:Camarõescatástrofedesastre naturaldióxido-de-carbonolago-nyosMeio Ambiente
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Carminho reforça laços com Brasil em nova turnê
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?