Os pais biológicos de um bebê gerado por gestante de barriga de aluguel estão devastados com a repercussão política do caso no Texas. O advogado deles afirmou que a criança nasceu prematuramente na manhã de quarta-feira, dia 12, e está recebendo cuidados médicos.
O representante dos pais declarou que a situação familiar foi transformada em espetáculo pelo gabinete do Procurador-Geral do Texas. O bebê, chamado Gabriel pela gestante, nasceu antes do previsto, já que o parto estava agendado para 2 de setembro.
A disputa judicial começou durante a gestação, após ultrassom na vigésima semana indicar síndrome de hipoplasia do coração esquerdo. O contrato previa a interrupção caso houvesse anomalia, opção que o casal teria escolhido, mas a gestante não concordou.
Documentos judiciais indicam que uma ordem de restrição temporária retirou da gestante a autoridade de tomar decisões sobre a criança. A medida impede que ela decida sobre tratamentos, exerça a guarda ou assine documentos em nome do bebê.
Os pais foram autorizados a receber informações sobre a saúde de Gabriel e a tomar decisões médicas. A ordem permanece válida até 13h de 25 de agosto, quando a gestante deve comparecer a audiência no Tribunal Distrital do Condado de Dallas.


