O Palmeiras arrecadou cerca de R$ 1,7 bilhão com a venda de jogadores revelados em suas categorias de base desde 2021. O clube detém direitos econômicos sobre mais de 180 atletas formados, podendo chegar a R$ 2 bilhões com uma possível transferência do meia Allan.
O time paulista consolidou uma operação rentável na formação de atletas. Entre os negócios notáveis, Estêvão foi negociado com o Chelsea por valores que podem atingir € 61,5 milhões, totalizando R$ 369,6 milhões. Endrick foi vendido ao Real Madrid em operação de até € 72 milhões, o que representa R$ 432,7 milhões.
Outras vendas importantes incluem a de Vitor Reis ao Manchester City, por cerca de € 35 milhões (R$ 210,4 milhões), e a de Luis Guilherme ao West Ham, por € 23 milhões (R$ 138,2 milhões). A assessoria do clube informou que a manutenção dos direitos sobre os mais de 180 atletas permite que o Palmeiras continue ganhando dinheiro com jogadores que não chegam ao elenco profissional.
O meio-campista Allan despertou interesse de clubes como Manchester City e Napoli. Segundo informações de um jornalista, o atleta de 22 anos deu aval para se juntar ao Manchester City. O Palmeiras exige no mínimo € 40 milhões (R$ 239 milhões) pelo jogador. Se concretizada, a venda aproximaria o clube de R$ 2 bilhões em arrecadação com atletas da base nos últimos cinco anos.
O retorno da base também é esportivo. Desde 2020, cinquenta e dois jogadores formados atuaram pelo time profissional. Nos últimos seis anos, o Palmeiras conquistou onze títulos oficiais, todos contando com atletas formados no clube no elenco.


