Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Pantanal perde 84% de savana alagada em 40 anos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cotidiano

Pantanal perde 84% de savana alagada em 40 anos

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de agosto de 2026 15:15
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O Pantanal perdeu mais de 1 milhão de hectares de savana alagada entre 1985 e 2025, segundo dados do Mapbiomas. A redução de 84% dessa vegetação indica que o bioma está secando, tornando-se dependente da conservação de outros cinco ecossistemas para enfrentar as mudanças climáticas.

A região recebe influência direta do Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica, no Brasil, além do Chaco e do Bosque Chiquitano, na Bolívia e no Paraguai. Para Cyntia Santos, analista de Conservação do WWF-Brasil, a planície depende das reações e causas ocorridas nesses biomas vizinhos, sendo afetada por transformações no entorno.

O engenheiro florestal e botânico Claudinei Terena relata que partes de rios sumiram ou assorearam. Canais conhecidos como vazantes, que naturalmente enchem e esvaziam, deixaram de existir, resultando em rios enfraquecidos. Terena, natural de Aquidauana (MS), atuou na restauração de 3,3 hectares de nascentes em terra indígena para manter a produtividade do Cerrado.

Em Figueirão (MS), o coletor de sementes Adauto Cândido Pereira, da comunidade quilombola Santa Tereza, participa de projeto de recomposição de rios. A iniciativa envolve 31 coletores, sendo 16 mulheres, que seguem a regra de deixar 30% das sementes nas árvores para garantir a preservação ambiental.

As intervenções do WWF-Brasil nas cabeceiras de rios do Cerrado visam frear o soterramento de nascentes causado por atividades econômicas desorientadas. Maurício Voivodic, diretor executivo da organização, informou que a entidade intensificou a atuação no Pantanal nos últimos 22 anos para influenciar políticas públicas.

A análise técnica aponta que a instalação de pequenas centrais hidrelétricas fragmenta os rios e prejudica a biodiversidade aquática e o turismo regional. Santos defende a substituição por energia solar, considerada mais adequada para a região por não causar os mesmos impactos econômicos e ambientais.

Para fortalecer a biodiversidade, como a preservação da onça-pintada, são desenvolvidas ações de combate a incêndios e a criação de corredores de vegetação nativa entre unidades de conservação. O conhecimento tradicional das populações locais é descrito como peça fundamental para otimizar as estratégias de enfrentamento aos desafios climáticos.

TAGGED:CerradoMapbiomasMeio Ambientemudanças climáticasPantanalwwf-brasil
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Artistas do Rock in Rio anunciam estações do MetrôRio
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?