Um parente do presidente do governo foi condenado a nove anos de inabilitação por um delito de prevaricação. A decisão provocou reações imediatas de diversos partidos no Congresso, que debateram a validade da sentença e suas implicações políticas.
O porta-voz da ERC no Congresso considerou a condenação previsível. Segundo Gabriel Rufián, a decisão era esperada, afirmando que ‘a direita e a ultraderecha deveriam saber que estes são votos para Sánchez, porque é uma sobrada importante’. Rufián também mencionou a possibilidade de outra condenação futura.
As reações políticas foram variadas. O ministro de Transportes, Óscar Puente, declarou que a condenação visa ‘a única finalidad de derribar a un Gobierno ante la incapacidad de hacerlo por las urnas’. Por outro lado, a porta-voz do PP, Ester Muñoz, classificou o dia como ‘histórico’, dizendo que ‘en cualquier país haría caer a un Gobierno’.
Representantes de outros partidos apresentaram visões distintas. José María Figaredo, do Vox, afirmou que ‘esta sentencia demuestra que estos tipos son unos chorizos’. Já Alberto Ibáñez, da Sumar, criticou a sentença, sustentando que ‘nueve años de inhabilitación es una auténtica desproporción’ e alertando para o risco de dificultar a crença no Estado de Direito no país.


