Os candidatos à Presidência da República em 2026 apresentaram patrimônios distintos no sistema DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral. Os valores declarados variam de R$ 33 mil a R$ 7,4 bilhões entre os nomes que registraram candidaturas.
Pablo Marçal, candidato pelo PRTB, declarou cerca de R$ 7,4 bilhões em bens. O empresário informou aproximadamente R$ 6,7 bilhões em aplicação de renda fixa e R$ 490 milhões referentes a um terreno em Santana de Parnaíba, no estado de São Paulo. Apesar do registro, Marçal possui inelegibilidade até 2032, conforme decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.
Augusto Cury, do Avante, aparece com o segundo maior patrimônio, totalizando R$ 242,2 milhões. Entre os bens do escritor e psiquiatra constam R$ 121 milhões em empréstimos à empresa Filadélfia Nature Participações e R$ 54 milhões em participações societárias. Romeu Zema, do Novo, declarou R$ 178,7 milhões, concentrados em participações empresariais.
Outros nomes registraram valores menores. Ronaldo Caiado, do PSD, declarou R$ 52,5 milhões, valor que representa alta de 111% em relação ao patrimônio de 2022. Flávio Bolsonaro, do PL, informou R$ 8,2 milhões, majoritariamente em uma casa em Brasília. Lula, do PT, declarou R$ 4,8 milhões, indicando redução de 35,7% em relação a 2022.
Samara Martins, do UP, apresentou o menor patrimônio entre quem declarou bens, somando R$ 33 mil. Hertz Dias e Rui Costa Pimenta registraram suas candidaturas sem informar bens à Justiça Eleitoral.


