As prisões de uma policial militar e seu marido foram mantidas em audiências de custódia nesta quinta-feira, dia 13. A PM foi detida após a morte de um soldado, encontrado carbonizado em um carro em Itaitinga, na região metropolitana de Fortaleza. O companheiro também enfrenta acusações relacionadas ao caso.
A policial militar foi presa em flagrante pela morte do soldado, cujo corpo foi achado carbonizado em um veículo. As investigações apontam que a PM teria forjado sua presença na cena do crime para se apresentar como vítima junto ao soldado. A suspeita foi filmada na oficina do marido, no momento em que ela declarou à polícia estar amarrada próximo ao local do ocorrido.
O marido da policial militar foi preso por posse de munições e documentos falsos. Ele também é investigado por participar do homicídio, embora não tenha sido autuado por este crime. O casal responde ainda por um esquema que vendia perfis falsos em aplicativos de transporte.
A Polícia Civil explicou que os antecedentes dos detidos são de um inquérito instaurado em junho de 2025. Segundo as investigações, o casal e outras onze pessoas integravam o esquema de criação de contas falsas. Em setembro de 2025, o marido foi preso e indiciado por organização criminosa e fraude eletrônica.
A defesa da policial militar contestou a prisão em flagrante, alegando que ela se apresentou na delegacia. A Secretaria da Segurança Pública informou que a policial militar ingressou na corporação em novembro de 2024, antes do cometimento dos crimes.

