Um politólogo criticou a atuação do governo por lidar com a crise hídrica tardiamente. O especialista observou que a gestão da seca só ganhou destaque após a pressão popular, questionando a relevância de um dos partidos no debate.
O politólogo reconheceu a iniciativa governamental como louvável, mas manteve a crítica. Ele lembrou que a escassez hídrica é um problema conhecido há anos. A discussão sobre o tema só começou a ser feita no meio de agosto, quando o nível de água em rios e reservatórios caiu drasticamente, segundo o especialista.
A declaração atingiu o gabinete liderado por representantes dos partidos ANO, SPD e Motoristé. O analista sugeriu que o Ministério do Meio Ambiente não deveria ter cedido a pasta ao Motoristé. Ele comentou que o presidente do governo e um ministro de outro partido apareceram em eventos sobre o tema, enquanto o ministro do meio ambiente não compareceu.
O especialista brincou que a participação do Motoristé na situação era como a de um “zimník morto”. Ele alertou que a iniciativa, embora boa, deve evitar que grandes somas de dinheiro sejam aplicadas apenas na construção de barragens, visto que a manutenção da umidade natural é prioritária.
Sobre a ausência do partido em conferências de imprensa, o politólogo afirmou que o presidente do governo não cobrou a presença deles. Embora um ministro tenha alegado estar em férias, o especialista ressaltou que, quando há prioridade, o ministro deve retornar.


