O presidente da SAF do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, defendeu as recentes contratações para a comissão técnica, em resposta a críticas de torcedores. Ele alegou a ausência de profissionais mais experientes no clube como motivo para as escolhas feitas.
João Paulo Magalhães Lins explicou que as decisões de trazer nomes mais experientes se deram pela carência de profissionais mais velhos. O mandatário afirmou que as escolhas são corajosas, mas nem sempre populares. Ele mencionou que a SAF conta com seiscentos funcionários e mais de cinquenta no setor de futebol.
Entre as contratações, estão Paulo Bonamigo, que assume como coordenador técnico, Ronaldo Torres, responsável pela preparação física, e Marcelo Sales, auxiliar técnico permanente. A direção considerou injustos os questionamentos sobre a idade dos dois primeiros profissionais.
O presidente também abordou a situação financeira, relatando que o empresário mexicano já injetou cinquenta milhões de dólares nos cofres da SAF em 2026. Magalhães Lins descreveu o processo de reestruturação como uma transformação de um credor em apoiador do clube.
O dirigente comentou sobre os problemas enfrentados pelo time, citando o jogo realizado no Peru. Ele disse que a necessidade de um coordenador técnico surgiu após mudanças de última hora na escalação, indicando dificuldades operacionais na gestão.


