A primeira-dama Rosângela da Silva afirmou nesta segunda-feira, 13, que as críticas sobre seus gastos em viagens internacionais são resultado de “misoginia pura”. Ela defendeu a natureza institucional de seu trabalho e a necessidade de deslocamentos executivos por questões de segurança.
A declaração foi feita em entrevista a veículos de comunicação. Segundo levantamento do Poder360, a primeira-dama acumulou 182 dias fora do Brasil até maio, um período 24 dias maior que o do presidente, que esteve 158 dias no exterior no mesmo intervalo.
A primeira-dama explicou que os protocolos da Polícia Federal exigem o deslocamento em classe executiva, alegando que a questão é de segurança. Ela também disse que parte das críticas visa prejudicar o presidente. Rosângela da Silva sustentou que exerce uma função inédita para o cargo, afirmando que “Eu presto contas, tudo meu é público, quando viajo tem briefing”.
Sobre a transparência, ela mencionou que o governo regulamentou internamente suas atribuições há dois anos. Além disso, em abril, o Tribunal de Contas da União arquivou, por unanimidade, os processos que analisavam despesas e deslocamentos da primeira-dama.

