Um promotor de Fairfax County permitiu que um nacional do Tajiquistão, detido em hospital psiquiátrico após um homicídio, obtivesse passaporte e deixasse os Estados Unidos. O homem saiu do país após receber permissão para viagem e obter a documentação.
O indivíduo, que foi considerado não culpado por insanidade em um homicídio, recebeu duas autorizações equivalentes a passeios diários. Uma delas foi concedida para que ele viajasse a vinte milhas até Washington, D.C., com o objetivo de obter um passaporte.
O ex-Promotor Geral da Virgínia, Jason Miyares, criticou o promotor de Fairfax County por não reconhecer o risco de permitir que o indivíduo obtivesse o passaporte. Miyares declarou que a permissão para o documento deveria ter sido uma prioridade máxima.
O escritório do promotor confirmou que não se opôs à visita acompanhada do indivíduo fora do hospital para a obtenção de documentação atualizada da embaixada do Tajiquistão. A autorização para a viagem foi concedida com a permissão conjunta do promotor e do advogado do indivíduo.
Autoridades da Virgínia emitiram um mandado de prisão para o indivíduo caso ele retorne aos Estados Unidos. O indivíduo havia entrado no país durante a administração Obama e, segundo o Departamento de Segurança Interna, violou os termos de sua entrada.


