Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Reforma tributária ameaça contratos de pequenos fornecedores
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Reforma tributária ameaça contratos de pequenos fornecedores

Carla Fernandes
Última atualização: 31 de agosto de 2026 15:00
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A reforma tributária pode alterar a relação entre grandes empresas e fornecedores de menor porte ao mudar a dinâmica de créditos fiscais. Segundo Cláudio Fernandes, CEO da Midas, negócios despreparados para as novas regras correm o risco de perder espaço nas cadeias de fornecimento, já que o imposto destacado na nota passa a gerar crédito para quem contrata.

Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) indica que mais de 70% das empresas optantes pelo Simples Nacional não vendem ao consumidor final, atuando em operações entre companhias. Setores de logística e confecções estão entre os mais expostos. Nesses casos, o comprador passa a considerar o crédito tributário disponível, o que pode tornar um fornecedor menos interessante mesmo sem a alteração do valor cobrado.

A Resolução CGSN nº 186/2026 antecipou o prazo de opção pelo Simples Nacional para 2027, que ocorrerá entre 1º e 30 de setembro de 2026. Nesse período, a empresa decide se recolhe o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) via guia única ou pelo regime híbrido, que permite gerar crédito integral aos clientes a partir de 2027.

O ano de 2026 é considerado de teste, mantendo a dispensa de destaque dos dois tributos nas notas fiscais. A obrigação passa a valer em 2027, quando a CBS substitui o PIS e a Cofins. O sistema de split payment também amplia a pressão, pois o crédito do comprador pode depender do recolhimento imediato do imposto na liquidação da operação, impactando o caixa de empresas menores.

Fernandes afirma que grandes companhias deveriam ajudar fornecedores a se adequar aos processos fiscais em vez de cortá-los. O executivo informou que alguns grupos empresariais já comunicam prazos de adequação com risco de substituição, movimento que a Midas considera equivocado. A adaptação tende a ser mais simples para empresas que já operam no lucro real.

A reformulação exige a participação de setores como financeiro, compras, estoque e comercial. A tendência de médio prazo é de maior automação com integração entre municípios, estados e governo federal, mas, até que a estrutura funcione, os pequenos fornecedores permanecem mais vulneráveis.

TAGGED:creditos-tributariosgestão fiscalpequenas empresasReforma TributáriaSimples Nacional
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Clientes de energia em Goiás podem perder Tarifa Social
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?