O governo britânico respondeu a uma comunicação da embaixada russa, que afirmou que pagará pelo fornecimento de drones à Ucrânia. Os equipamentos britânicos foram usados em ataques a território russo esta semana, marcando o primeiro uso em solo russo desde o início do conflito em dois mil e vinte e dois.
Lilian Greenwood, subsecretária parlamentar do Departamento do Trabalho e Previdência, declarou na terça-feira que o Reino Unido continuará a apoiar a Ucrânia contra a invasão ilegal russa. Andy Burnham, primeiro-ministro, também se manifestou, dizendo que o país faz o que prometeu, oferecendo suporte de cem por cento à Ucrânia.
A embaixada russa em Londres acusou o governo britânico de optar por uma escalada da crise ucraniana, enquanto professa desejo de paz. Em nota divulgada na segunda-feira, a embaixada afirmou que as ações de Londres teriam consequências, dependendo do grau de envolvimento e apoio à Ucrânia.
O Ministério da Defesa britânico informou que drones foram cruciais para contra-ataques ucranianos na linha de frente. O país havia prometido entregar cento e vinte mil drones a Kyiv em abril, e mais cento e cinquenta mil até o final de dois mil e vinte e seis.

