O Remo consolidou-se como a segunda defesa mais vazada do Campeonato Brasileiro após sofrer 10 gols nas seis partidas disputadas após o fim da Copa do Mundo. O time paraense, que ocupa a 17ª colocação com 23 pontos, tenta corrigir falhas em jogadas aéreas antes do jogo contra o Coritiba.
Nove dos 10 gols sofridos no período tiveram origem em cruzamentos para a área, e cinco foram marcados em jogadas pelo alto. A vulnerabilidade ficou evidente na derrota por 3 a 0 para o Corinthians, com dois gols aéreos, e nos reveses por 2 a 1 contra Mirassol e Fluminense, onde a equipe também sofreu dois gols de cabeça.
A fragilidade se repetiu nos empates recentes. O Leão cedeu dois gols originados de cruzamentos no jogo contra o Atlético, que terminou em 2 a 2. No empate por 1 a 1 com o Internacional, o gol do adversário também nasceu de uma bola levantada em direção à área.
Segundo a apuração, o técnico Léo Condé enfrenta dificuldades não apenas para impedir os cruzamentos, mas também no posicionamento e na marcação dos jogadores adversários dentro da área. O cenário torna-se crítico para o próximo compromisso do clube.
O Remo enfrenta o Coritiba na próxima segunda-feira (31), às 20h, no Mangueirão. O confronto é direto na parte de baixo da tabela e a vitória permite que a equipe deixe a zona de rebaixamento.


