O romance “Confraria dos Homens Invisíveis”, de Solemar Oliveira, foi relançado pela Editora Mondru. A obra propõe uma reflexão sobre a condição humana, explorando a tensão entre visibilidade e invisibilidade na sociedade contemporânea.
O livro, escrito por Solemar Oliveira, professor de Física da UEG, aborda a luta por visibilidade ou invisibilidade como um tema central. Segundo o autor, a invisibilidade genuína não é vaidade, mas sim um caminho para que o indivíduo viva segundo sua própria medida, e não segundo a dos outros.
Oliveira explica que a solidão, quando proporciona autoconhecimento, funciona como um núcleo constitutivo. Ele diferencia o autônomo, que vive fora do simulacro, do autossuficiente, que é descrito como egoísta e indiferente aos sentimentos alheios.
A obra é caracterizada como uma “navalha afiada” cujas sentenças são “amorosamente impiedosas”. O autor utiliza a metáfora do fio Ariadne para guiar o leitor no labirinto da condição humana, recomendando a leitura da obra.

