A série “Lanternas”, da DC Studios, estreou na HBO com uma premissa focada em investigação policial em região rural dos Estados Unidos. A escolha por uma narrativa terrestre visa controlar despesas com efeitos visuais, estratégia adotada após dificuldades financeiras de projetos anteriores da editora.
A produção conta com Kyle Chandler e Aaron Pierre, que investigam um assassinato. Essa abordagem, inspirada em “True Detective”, permite testar o personagem de alto custo sem investir em aventura espacial imediata. A série tem um orçamento estimado de cerca de US$ 15 milhões por episódio, totalizando aproximadamente US$ 120 milhões para os oito episódios.
Essa medida contrasta com o filme de 2011, estrelado por Ryan Reynolds, que teve orçamento de US$ 200 milhões e arrecadou cerca de US$ 237 milhões mundialmente. O desempenho foi considerado insuficiente para sustentar a franquia planejada, configurando um fracasso financeiro.
Anteriormente, o esboço de “Green Lantern” para a HBO Max em 2019 tinha orçamento estimado em US$ 120 milhões e escala mais espacial. O novo projeto prioriza locações reais e desenvolvimento de personagens, relegando os elementos cósmicos a momentos pontuais.
Outros lançamentos do novo DCU mostram o desafio de custos. “Superman” teve orçamento de US$ 225 milhões e arrecadou cerca de US$ 619 milhões. “Supergirl”, com orçamento de US$ 170 milhões, faturou aproximadamente US$ 126 milhões nas bilheterias mundiais.


