Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: SOP passa a ser chamada de SOMP
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cotidiano

SOP passa a ser chamada de SOMP

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de agosto de 2026 12:28
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) adota a denominação Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP) desde maio de 2026. A mudança reconhece que a condição afeta o metabolismo e os hormônios, e não se restringe aos ovários. A adoção do novo termo será gradual, com conclusão prevista para 2028.

A alteração na nomenclatura reflete uma mudança científica na compreensão da doença. O novo termo deixa claro que a síndrome envolve fatores hormonais, metabólicos, reprodutivos e psicológicos, e não depende da presença de cistos para o diagnóstico. A endocrinologista Renata Bussuan, coordenadora nacional da pós-graduação em Endocrinologia da Afya Educação Médica, disse que o nome antigo causava diagnósticos tardios e interpretações erradas sobre a doença.

A SOMP gera reflexos em todo o corpo. Além das alterações no ciclo menstrual, a condição pode causar acne, excesso de pelos, resistência à insulina, hipertensão e diabetes tipo dois. A especialista ressaltou que o acompanhamento deve ser contínuo, mesmo quando a mulher não busca gestação.

Estima-se que cerca de 70% das mulheres com a síndrome desconheçam o diagnóstico. Milena Duarte, professora na Afya Marabá, reforçou que o diagnóstico clínico é crucial, citando os critérios de Rotterdam. Ela explicou que o alerta deve ser acionado por irregularidades menstruais ou hiperandrogenismo, mesmo com exames de imagem normais.

O tratamento adequado exige uma abordagem integrada. Ginecologistas e endocrinologistas trabalham com nutricionistas, psicólogos e dermatologistas. Dra. Renata afirmou que a síndrome tem componentes genéticos e metabólicos, e não é resultado de falta de vontade da paciente.

TAGGED:diagnósticoEndocrinologiametabolismos&opsaúde femininasomp
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Annika Sorenstam segue na disputa do U.S. Senior Women’s Open
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?