O partido Sumar rejeitou a prorrogação da usina nuclear de Almaraz, em Cáceres, após a medida ser publicada no Boletim Oficial do Estado. A sigla acusou o PSOE de descumprir acordos firmados pelo governo de coalizão em 2023.
A decisão governamental, que autoriza a extensão da vida útil da central, gerou reações distintas na política espanhola. Além de Sumar, outros parceiros do bloco de investidura, como o Podemos, manifestaram críticas à prorrogação. Formações ecologistas também se posicionaram contra a manutenção da usina.
Em contrapartida, o Partido Popular, os socialistas extremeños e plataformas locais que defendiam a permanência da planta após 2030 celebraram a extensão da vida útil da usina. O governo havia autorizado a prorrogação, e o ato foi publicado na véspera de feriado.
A disputa política foca no cumprimento dos pactos firmados. Sumar apontou o descumprimento dos acordos de coalizão pelo PSOE ao permitir a continuidade da operação da usina nuclear.


