A engenharia preventiva é essencial na construção civil para evitar patologias recorrentes, como infiltrações. Segundo o Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI), os custos com impermeabilização variam entre 1,1% e 2,2% do projeto, sendo o valor médio de 1,8%.
Infiltrações comprometem edificações ao causar manchas, mofo e deterioração de componentes. O IBI afirma que a etapa de impermeabilização, mesmo com custo reduzido, não deve ser negligenciada, pois decisões iniciais definem o desempenho do empreendimento.
A atenção à prevenção permite identificar pontos vulneráveis e definir materiais adequados, o que é vital em fachadas expostas a chuva, radiação solar e variações de temperatura. Brenno Coelho, gerente-executivo da Ecogranito, disse que antecipar decisões reduz a necessidade de intervenções posteriores.
A empresa, fundada em Belo Horizonte em dois mil e nove, trabalha com revestimentos que unem estética e proteção. Coelho completou que o mercado passou a ver o revestimento como parte do desempenho e conservação da edificação, e não só como elemento estético.
A Ecogranito também estuda a ampliação de sua linha Primalle com soluções de impermeabilização. A companhia já aplicou mais de 2,1 milhões de metros quadrados no Brasil, Estados Unidos e Canadá, oferecendo produtos como Grattano e Primalle.

