As taxas do Tesouro Direto recuaram nesta sexta-feira, 21 de agosto, impulsionadas pela queda do dólar e pela recuperação das bolsas de Nova York. O Tesouro IPCA+ 2032 voltou a operar abaixo de 8% ao ano, caindo de 8,05% na quinta-feira para 7,97% nesta manhã.
A queda ocorreu em toda a curva de títulos. O Prefixado 2032 também recuou oito pontos-base, passando de 14,74% para 14,66%. O Prefixado com Juros Semestrais 2037 registrou queda de 14,76% para 14,69%, e o Prefixado 2029 caiu de 14,29% para 14,22%. Outros títulos de inflação, como o IPCA+ 2040, caíram de 7,54% para 7,47%.
O alívio no cenário nacional contrasta com a tensão em mercados globais de renda fixa. Os rendimentos dos Treasuries voltaram a subir após intervenção do Tesouro americano na quarta-feira. Preocupações com inflação elevada e pressões fiscais mantêm o quadro instável.
O mercado brasileiro é auxiliado pela combinação de câmbio e bolsa. O dólar futuro operava em queda de 0,41%, a R$ 5,184. O Ibovespa futuro subia 0,30%, atingindo 171.730 pontos, seguindo alta nos futuros de Nova York, com Dow Jones em 0,51% e Nasdaq em 0,70%.


