Com o início da temporada de futebol universitário próximo, a elegibilidade dos atletas se tornou tema central. O treinador de SMU, Rhett Lashlee, criticou o cenário atual, atribuindo a falta de regras claras ao sistema judicial, que gera inconsistências nas transferências de jogadores.
Lashlee fez a declaração durante uma aparição no rádio, afirmando que o Congresso deve aprovar o Projeto de Lei de Proteção ao Esporte Universitário para trazer estabilidade. Ele citou a divergência entre decisões judiciais, como a de um juiz do Colorado, que considerou atletas da turma de dois mil e vinte e dois elegíveis, e a de um juiz da Louisiana, que apontou uma janela de uma semana para transferências.
O debate surge após a NCAA aprovar um modelo de elegibilidade baseado em idade de cinco anos. Esse modelo estabelece que os atletas terão cinco anos para jogar, começando aos dezenove anos ou na data de matrícula, o que gerou contestações legais, especialmente para a turma de dois mil e vinte e dois, que não recebeu isenção para uma quinta temporada.
O treinador expressou preocupação com a falta de continuidade. Ele disse que não é sustentável que as regras dependam de qual tribunal ou estado o caso seja movido. Lashlee declarou que a ausência de regras claras prejudica jogadores, torcedores e a gestão dos programas esportivos.


