O presidente Donald Trump deixou a Turquia no mês passado em uma operação discreta, levando consigo um grupo restrito de pessoas em um voo secreto. Segundo uma autoridade dos Estados Unidos, ele viajou em aeronave militar acompanhado por assessores da Casa Branca e pelo secretário de Defesa.
Dois membros do gabinete, o secretário de Estado Marco Rubio e o secretário do Tesouro Scott Bessent, deixaram o país em um voo de fachada, que utilizou um modelo antigo do Air Force One. O presidente havia dito que usaria o avião mais antigo por nostalgia na primeira etapa do retorno, da Turquia ao Reino Unido. Autoridades americanas, contudo, concluíram que havia uma ameaça crível ao Air Force One.
Diante disso, Trump embarcou no Air Force One de fachada para as câmeras, mas posteriormente saiu da aeronave e foi escondido em um contêiner de catering, movido por uma plataforma hidráulica. Na outra aeronave, acompanhando o presidente, estavam assessores como Natalie Harp, Walt Nauta e Dan Scavino.
Pete Hegseth foi visto publicamente embarcando no jato militar, o que fez parte da estratégia para despistar observadores. Jornalistas que viajaram no Air Force One mais antigo foram instruídos a manter as janelas fechadas, o que impediu que vissem o presidente desembarcar.
Outros altos funcionários da Casa Branca e do governo estavam na aeronave de fachada, incluindo Stephen Miller, diretor de comunicações e diversos outros assessores de políticas públicas e segurança nacional.


