O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou que seu sistema tenha sido hackeado em relação aos crimes envolvendo a falsa filiação de um político ao partido Missão. A Corte Eleitoral garantiu que não houve acesso indevido ao sistema de filiação partidária, apesar das suspeitas.
O ministro Nunes Marques informou que o sistema não foi invadido. Ele declarou que a filiação a um novo partido cancela automaticamente a filiação anterior, desmistificando a complexidade do ato. O ministro Marques afirmou que restabeleceu a filiação ao PL após identificar a manobra.
Políticos de diversos partidos comentaram a situação da falsa filiação. O silêncio do governo federal, contudo, gerou suspeitas sobre quem se beneficiou do ocorrido. Aliados do político investigado apontam para possíveis envolvimentos, citando um deputado como possível influenciador.
Em outras movimentações políticas, Hugo Motta busca apoio do PT para manter-se no cargo, mas enfrenta incertezas. O PL de Bolsonaro não deve apoiar a recondução do deputado, forçando-o a buscar amparo em outras legendas. Arthur Lira, que também ajudou na eleição de Motta, disputa vaga no Senado em Alagoas.


