Um turista foi resgatado de uma área de mata após ficar preso em árvores durante um voo de parapente no Parque da Cidade, em São Francisco, Niterói, na sexta-feira (28). O acidente ocorreu logo após a decolagem, mas a vítima não ficou ferida, segundo a Prefeitura de Niterói.
A administração municipal informou que o piloto responsável pelo voo era habilitado e experiente na atividade. De acordo com a Prefeitura, o local possui acompanhamento das condições para a realização de voos livres e a decolagem estava liberada no momento do incidente.
Na mesma sexta-feira, o coronel do Exército Álvaro Roberto Cruz Ferreira Lima morreu após um acidente de parapente em São Conrado, na Zona Sul do Rio. O Clube São Conrado de Voo Livre afirmou que o equipamento teria entrado em contato com uma linha de pipa com cerol ou linha chilena.
O militar foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, em parada cardiorrespiratória, mas não resistiu. A morte é investigada pela 14ª DP (Leblon), que recolheu o equipamento utilizado para submetê-lo a perícia. Álvaro deixou esposa e quatro filhos.
O uso de linhas cortantes é alvo de denúncias no estado. Em 2026, o Linha Verde, canal do Disque Denúncia para crimes ambientais, registrou cerca de 600 ocorrências relacionadas à linha chilena, sendo mais de 400 na capital. No ano passado, o volume de denúncias sobre o material no Rio de Janeiro superou 1,2 mil.


