O vice-presidente JD Vance solicitou ao Departamento de Justiça a investigação de alegações de fraude em tratamentos de gênero para adolescentes. Um relatório do Health and Human Services (HHS) indica que hospitais e prestadores de saúde teriam cobrado mais de 60 milhões em seguros por procedimentos entre 2015 e 2025.
O documento, intitulado “Wolves in White Coats: How Doctors and Hospitals Pushed and Profited from the Fraud of ‘Gender Medicine,'”, detalha o uso de bloqueadores de puberdade para jovens a partir dos 13 anos. Segundo o HHS, alguns prestadores trataram agressivamente crianças com problemas hormonais ou puberdade precoce, faturando seguradoras.
Vance enviou carta ao Procurador-Geral Todd Blanche, pedindo a acusação criminal de quem teria enganado intencionalmente crianças para obter tratamento de gênero. O vice-presidente citou um estudo que apontou que apenas cerca de 4,7% dos pacientes diagnosticados com “distúrbio endócrino, não especificado” tinham essa condição.
O custo médio para um menor de idade na saúde é de cerca de 3.000 dólares, mas os tratamentos de gênero podem chegar a 75.000 dólares sem cirurgia e quase 170.000 dólares com ela. O relatório também descreve como prestadores lucram com custos médicos contínuos, incluindo medicamentos e intervenções após a maioridade.
Cerca de 225 hospitais e sistemas de saúde no país estabeleceram programas de gênero pediátrico. Vance afirmou que os prestadores de saúde direcionaram diagnósticos incorretos às seguradoras, usando códigos de faturamento para forçar a cobertura.


