O thriller psicológico “A Última Casa”, da Netflix, coloca Wagner Moura e Greta Lee no papel de um casal preso em uma residência. A trama acompanha uma família de quatro pessoas que fica confinada sem saída, forçando-os a lidar com o esgotamento de suprimentos e uma ameaça externa.
O filme, dirigido por Louis Leterrier, utiliza uma única casa que se deteriora ao longo da narrativa, espelhando o desmoronamento emocional dos personagens. Greta Lee comentou que retratar o colapso emocional e seu impacto nos laços entre cônjuges e filhos foi um dos maiores desafios da produção. Ela afirmou que foi “incrivelmente inspirador entender a fisiologia real do que acontece com você”, após trabalhar com um sobrevivente.
Wagner Moura descreveu o cenário como uma proeza de engenharia, citando a forma como a casa foi transformada em um “aquário” na segunda parte do filme. Leterrier, que já trabalhou em produções de grande orçamento, declarou que este foi o filme mais difícil de sua carreira. Além do suspense, o diretor explicou que a intenção era provocar reflexão no público sobre temas como consumismo e ganância.
A produção se inspirou nas lições aprendidas durante períodos de confinamento, segundo Leterrier e o roteirista Matthew Robinson. O filme “A Última Casa” está disponível na plataforma de streaming a partir de sexta-feira.


