A Arábia Saudita constrói a Jeddah Tower com a meta de atingir um quilômetro de altura e superar o Burj Khalifa, atual recordista mundial com 828 metros. O projeto, com custo estimado em US$ 1,2 bilhão (R$ 6,25 bilhões), tem previsão de entrega para 2028 e entrará para a categoria de edifícios mega-altos.
Estruturas com 600 metros ou mais são classificadas como mega-altos pelo Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano. Atualmente, apenas quatro prédios possuem essa característica: o Burj Khalifa, o Merdeka 118 em Kuala Lumpur, a Shanghai Tower e a Meca Royal Clock Tower, também na Arábia Saudita.
No Brasil, o projeto Senna Tower, em Balneário Camboriú (SC), prevê 550 metros de altura para conquistar o título de prédio residencial mais alto do mundo. Idealizado por Lalalli Senna, sobrinha do piloto Ayrton Senna, o empreendimento conta com investimento de R$ 3 bilhões e parceria entre a FG Empreendimentos, a marca Senna e a Havan.
O edifício catarinense terá 204 apartamentos com preços entre R$ 28 milhões e R$ 40 milhões, além de 18 mansões suspensas que chegam a R$ 60 milhões. O projeto inclui quatro coberturas duplex de R$ 200 milhões e duas coberturas tríplex que devem ser leiloadas pela Sotheby’s com lance inicial de R$ 300 milhões. Cerca de 18% das unidades já foram vendidas.
Outras nações também desenvolvem projetos de grande escala. Na China, a HeXi Yuzui Tower A, em Nanjing, planeja chegar a 499 metros, enquanto o Tianfu Center, em Chengdu, projeta 489 metros. O país possui ainda o Goldin Finance 117, em Tianjin, com quase 600 metros, mas com obras interrompidas.
No México, a Rise Tower, em Monterrey, pretende atingir 484 metros. O complexo será uma cidade vertical com hotel, escritórios, apartamentos e áreas comerciais.


