O Brasil registrou a quinta maior taxa de crescimento global do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2026, segundo a agência de classificação de risco Austin Rating. A economia brasileira cresceu 0,5% entre abril e junho na comparação com os três primeiros meses do ano, com ajuste sazonal.
O resultado coloca o país uma posição acima do registrado no primeiro trimestre, quando havia ficado em sexto lugar. A lista, elaborada pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, considera o desempenho de 50 países que já divulgaram seus resultados.
A Irlanda liderou o ranking com crescimento de 1%, seguida por Indonésia (0,9%) e Angola (0,7%). A Malásia ficou em quarto lugar, com 0,6%, antecedendo o Brasil. Outras economias, como Eslovênia, Lituânia, Suécia e Estados Unidos, registraram alta de 0,4% no período.
Na comparação do segundo trimestre de 2026 contra o mesmo período do ano anterior, o PIB brasileiro cresceu 2%. Esse índice posicionou o país na 37ª colocação entre 63 economias analisadas, ficando atrás de China, Índia, Estados Unidos, México e Colômbia.
Taiwan liderou o crescimento na base de comparação anual com alta de 12,9%, seguida por Angola (8,7%) e Vietnã (8,4%). A China aparece em 15º lugar, com alta de 4,3%, enquanto Estados Unidos e México avançaram 2,1%, ocupando a 35ª e 36ª posições, respectivamente.
Dados divulgados nesta terça-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o PIB do Brasil subiu para R$ 3,4 trilhões. O crescimento foi sustentado pelos setores de agropecuária e petróleo, embora juros elevados tenham freado a indústria e o consumo das famílias.


