Os candidatos ao governo do Distrito Federal apresentaram seus planos de governo à Justiça Eleitoral para as eleições de 2026. Os documentos, disponíveis no portal DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), detalham as prioridades de cada campanha para a área da educação, com foco em alfabetização, infraestrutura e ensino integral.
Ricardo Cappelli (PSB) propõe a alfabetização de 100% das crianças até o fim do 2º ano e o atendimento total da demanda por creches. O plano prevê 30 mil matrículas na educação profissional e a criação de 1.500 vagas anuais na Universidade do Distrito Federal (UnDF).
Entre as propostas de valorização profissional, Expedito Mendonça (PCO) defende um piso salarial nacional para professores de pelo menos R$ 8,5 mil e jornada de trabalho de no máximo 30 horas semanais. O candidato também sugere o fim dos vestibulares e a estatização do ensino pago.
A expansão do ensino integral e de creches aparece em múltiplos planos, como os de Celina Leão (PP), Elisson Ferreira (Agir) e José Roberto Arruda (PSD). Leão inclui a aplicação de inteligência artificial e ações de saúde mental, enquanto Arruda foca no uso do esporte para prevenção da violência.
Kiko Caputo (Novo) sugere a inclusão de robótica, cibersegurança e educação financeira no currículo. Já Leandro Grass (PT) propõe a meta de fila zero em creches e a implementação de educação antirracista, além da ampliação da UnDF.
Paula Belmonte (PSDB) e Professora Samara Mineiro (UP) focam na infraestrutura. Belmonte propõe a redução de professores temporários, enquanto Mineiro defende a nomeação de 3 mil aprovados no último concurso da pasta e a contratação de psicólogos.
Outras pautas incluem a destinação de 30% do orçamento do DF para a educação pública, proposta do Professor Robson (PSTU). Rico Pinheiro (PRTB) sugere a ampliação do Cartão Creche e bonificação por metas para escolas que alfabetizem crianças até os 7 anos.


