A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos avançou na negociação de um novo contrato de empréstimo no valor de R$ 7 bilhões. A proposta foi encaminhada na semana passada para análise do Ministério da Fazenda, que deve avaliar a capacidade de pagamento da estatal para viabilizar a operação.
O governo federal deve atuar como avalista da operação, fornecendo a garantia necessária para a obtenção do financiamento. O acordo estabelece condições específicas para a liquidação do montante.
Uma das cláusulas prevê que o pagamento do empréstimo seja antecipado caso a empresa seja privatizada. A medida visa garantir a quitação do crédito antes de qualquer mudança na natureza jurídica da companhia.
Outro gatilho para a antecipação do pagamento ocorre se não houver um aporte de R$ 6 bilhões. O valor do aporte é condição para a manutenção do cronograma original de amortização da dívida.
A análise técnica do Ministério da Fazenda agora foca na saúde financeira da empresa para determinar se a estatal consegue honrar os compromissos assumidos no novo contrato de crédito.


